Não me perguntes porque, não questiones sobre o que passou, apenas te direi que foi mais um dia que passou e que cheguei a casa e chorei.
Senti-me a cair, desamparado, e quando olhei para o lado, estava só..... já a muito tempo que isto não acontecia, mas mais uma vez, parece que venho sempre dar aqui. E aqui, tudo a volta é vazio, tudo é escuro e sombrio e nada há onde me agarrar.
Claramente, as palavras doem, por isso por vezes prefiro o silêncio,as palavras são ditas em vão e só quando vemos nos outros a tristeza no olhar, entendemos o erro.
Hoje cheguei a casa e chorei, talvez de tristeza,talvez de raiva dos momentos vividos sem sentido, hoje cheguei a casa, mas preferia estar bem longe daqui.........
Todos nós somos parte integra da sociedade, com vontades, desejos e ideias. Como tal, todos nós deixamos uma marca, uma assinatura personalizada que nao deve ser esquecida e muito menos silenciada.
domingo, 18 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Uma das coisas mais bem escritas e verdadeiras
‘Our deepest fear is not that we are inadequate. Our deepest fear is that we are powerful beyond imagination. It is our light more than our darkness which scares us. We ask ourselves – who are we to be brilliant, beautiful, talented, and fabulous. But honestly, who are you to not be so?You are a child of God, small gam...es do not work in this world. For those around us to feel peace, it is not example to make ourselves small. We were born to express the glory of god that lives in us. It is not in some of us, it is in all of us. While we allow our light to shine, we unconsciously give permission for others to do the same. When we liberate ourselves from our own fears, simply our presence may liberate others.
’- Marianne Williamson in Return to Love: Reflections on a Course in MiraclesVer mais
Our Deepest Fear...
http://www.youtube.com/watch?v=N_Cvz_Bfue4&feature=player_embedded
’- Marianne Williamson in Return to Love: Reflections on a Course in MiraclesVer mais
Our Deepest Fear...
http://www.youtube.com/watch?v=N_Cvz_Bfue4&feature=player_embedded
Um livro aberto
O prefácio
Quem me conhece bem, não terá dificuldade em faze-lo
Como introdução, esboçarei um sorriso,
Não tenho nada de nada, não desejo mal a ninguem,
Sou livre, e como tal, sou feliz.
A minha história podes ler sempre que me abrires com cuidado,
Sem rasgar memórias, valores, sem deitar pensamentos ao ar.
A literatura é complicada e por vezes mal interpretada,
mas foi feita para leituras abertas e sábias.
O final, ainda vem longe e conclusivo não será de certeza,
apenas abrangente, de tal forma que também te incluirá
so depende de ti........
Quem me conhece bem, não terá dificuldade em faze-lo
Como introdução, esboçarei um sorriso,
Não tenho nada de nada, não desejo mal a ninguem,
Sou livre, e como tal, sou feliz.
A minha história podes ler sempre que me abrires com cuidado,
Sem rasgar memórias, valores, sem deitar pensamentos ao ar.
A literatura é complicada e por vezes mal interpretada,
mas foi feita para leituras abertas e sábias.
O final, ainda vem longe e conclusivo não será de certeza,
apenas abrangente, de tal forma que também te incluirá
so depende de ti........
domingo, 27 de junho de 2010
Uma experiência brutal.....
Após 5 horas de viagem, com escala pelo meio em zurich, chegamos ao aeroporto Atatürk em istambul. Os primeiros momentos deram logo para verificar como iriam ser os proximos dias, muito calor, muito humidade,mas o que nos esperava a saida do avião foram filadas para vistos e mais revistas e mais controles.De seguida, foi procurar o senhor do shuttle que até não foi dificil,e por sorte ate arranhava o inglês e rumar até ao nosso hotel onde tivemos o nosso primeiro contacto como uma cidade bastante evoluida, um transito caotico, e vistas fabulosas para o Bósforo pois toda a cidade se debruça sobre o mesmo.
Ficamos na zona historica de istambul a zona de sultanahmet, a zona mais antiga da cidade (constantinopla), o hotel era acolhedor e as pessoas bastante simpaticas.
Durante a estadia, visitamos de tudo um pouco, palácios, mesquitas, mercados, mas o mais enriquecedor foi factor cultural, quer a nivel religioso quer a nivel social, istambul é uma cidade multicultural e um exemplo para tantos outros locais neste mundo onde ser diferente significa ser importante e logo todos proliferam em paz com essa diferença.
Não foi possivel, visitar sitios menos turisticos para se ter uma visão mais abrangente, mas foi de qualquer forma, espectacular....
Visitem....
Ficamos na zona historica de istambul a zona de sultanahmet, a zona mais antiga da cidade (constantinopla), o hotel era acolhedor e as pessoas bastante simpaticas.
Durante a estadia, visitamos de tudo um pouco, palácios, mesquitas, mercados, mas o mais enriquecedor foi factor cultural, quer a nivel religioso quer a nivel social, istambul é uma cidade multicultural e um exemplo para tantos outros locais neste mundo onde ser diferente significa ser importante e logo todos proliferam em paz com essa diferença.
Não foi possivel, visitar sitios menos turisticos para se ter uma visão mais abrangente, mas foi de qualquer forma, espectacular....
Visitem....
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Ida a istambul....
Faltam menos de 3 dias para rumar a istambul,algumas coisas já estao arrumadas, outras nem tanto. Antes da tão desejada chegada á Turquia, ainda tenho de rumar de carro até lisboa para apanhar o voo para zurich e depois entao para istambul.
As expectativas são bastantes, conhecer uma nova cultura, que não só é nova mas suponho que completamente diferente, a barreira da lingua, enfim....aventura, ai é que está a piada.
Inté.....
As expectativas são bastantes, conhecer uma nova cultura, que não só é nova mas suponho que completamente diferente, a barreira da lingua, enfim....aventura, ai é que está a piada.
Inté.....
quinta-feira, 10 de junho de 2010
A crítica sem rosto....
O tuga acomodado que só ergue a sua voz quando o poleiro treme e prevê trambolhão, agora com os calos apertados em época de crise, vale-se da nova era da informação e da facilidade em correr o boato para realizar uma critica sem rosto. Esta é feita em blogues, em fóruns, ou em redes sociais, mas sempre de forma anónima e de conteúdo destrutivo e pouco fundamentado.
Palavras por detrás de sombras, de forma anónima,por vezes preconceituosa e difamatória, com muitas verdades com certeza, pois também não haverá fumo sem fogo, mas que traduzem o contributo ou melhor, dever do cidadão em crime e não em algo que devia ser valido e de grande importância para a clareza da sociedade.
Ergue a tua voz,e projecta-a mais além
Da-lhe cor, firmeza, uma imagem
E não deixarás que niguem
Te prenda ao esquecimento ou te deixe a margem
Pedro C.
Palavras por detrás de sombras, de forma anónima,por vezes preconceituosa e difamatória, com muitas verdades com certeza, pois também não haverá fumo sem fogo, mas que traduzem o contributo ou melhor, dever do cidadão em crime e não em algo que devia ser valido e de grande importância para a clareza da sociedade.
Ergue a tua voz,e projecta-a mais além
Da-lhe cor, firmeza, uma imagem
E não deixarás que niguem
Te prenda ao esquecimento ou te deixe a margem
Pedro C.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
A minha cidade....
Muitos me perguntam o que têm esta cidade, até mesmos aqueles que nasceram no meio deste ponto de passagem. Uns ainda percebem que foi aqui que nascemos, que foi aqui todos aqueles valores que nos fizeram crescer e ser o que somos hoje foram adquiridos, outros nem querem saber e criticam porque sim dando voz á citação " não me interessa se tenho razão, quero é discutir.
Como dizem os antigos, devo ter bebido agua do rossio na quantidade suficiente, quantidade tal, para que estas ruas,estes caminhos por onde circulam as gentes, "cercados de serras, ventos, penhascos, oliveiras e sobreiros" por José Régio, façam tão parte mim e de outros não. Quem sabe, a cidade branca sobreviva as custas do encanto dos que ficam e a entendem, daqueles que lutam por a simples identidade de a ela pertencer, quem sabe....
Não sobreviverá concerteza do desencanto dos mal nascidos ou ainda cegos, daqueles que nela vivem e se esquecem que o ponto de passagem, o portus allacer, se perpetua entre as gentes e so projectará mais além através de uma mão aberta de quem tem a missão de criar e difundir. Não sobreviverá aos desencantados que se fecham no poder que obtem, e que algumas vezes nem se quer o merecerem e sugam toda vida da nossa cidade.
Como dizem os antigos, devo ter bebido agua do rossio na quantidade suficiente, quantidade tal, para que estas ruas,estes caminhos por onde circulam as gentes, "cercados de serras, ventos, penhascos, oliveiras e sobreiros" por José Régio, façam tão parte mim e de outros não. Quem sabe, a cidade branca sobreviva as custas do encanto dos que ficam e a entendem, daqueles que lutam por a simples identidade de a ela pertencer, quem sabe....
Não sobreviverá concerteza do desencanto dos mal nascidos ou ainda cegos, daqueles que nela vivem e se esquecem que o ponto de passagem, o portus allacer, se perpetua entre as gentes e so projectará mais além através de uma mão aberta de quem tem a missão de criar e difundir. Não sobreviverá aos desencantados que se fecham no poder que obtem, e que algumas vezes nem se quer o merecerem e sugam toda vida da nossa cidade.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
o emendar de um erro
É certo que todo o choque causado em demasia ao ser humano provoca confusão, ainda mais quando este mexe com valores de toda a ordem, valores sociais adquiridos a muito e agora questionados, valores relacionais e motivacionais. Tudo bem que faz parte da integração, do encaixe em uma area, em uma organização especifica, mas tudo isto confunde o individuo e mesmo que este absorva a visão em determinados momentos, também ele, se afasta em tantos outros do verdadeiro caminho a seguir. Como tal, necessita e ncessitará sempre de um momento de reflexão promovido pela nova organização ou forçado pelo o individuo em causa para que tudo aquilo que se estranha, se entranhe de forma lógica e consequentemente normal.
Foi preciso dar tempo ao tempo, bater no fundo e subir a superficie de forma natural para que o caminho a seguir, fosse claro e determinado, ou então a inconstante relação de afastamento com a nova ordem de valores manter-se-ia sempre viva e inadequada. Como dizem os antigos, o tempo cura tudo......
Foi preciso dar tempo ao tempo, bater no fundo e subir a superficie de forma natural para que o caminho a seguir, fosse claro e determinado, ou então a inconstante relação de afastamento com a nova ordem de valores manter-se-ia sempre viva e inadequada. Como dizem os antigos, o tempo cura tudo......
domingo, 4 de abril de 2010
Maré, onde andas
Olhei para cima, contemplei a barreira que existia entre aquele mundo e o que sempre conheci,senti-me pequeno e ao mesmo tempo tão solto. Na verdade todas as minhas dúvidas, medos e receios tinham ficado do outro lado,ali tudo era novo, diferente e pronto a descobrir, pronto a criar um leque de experiências completamente novas.
Desci de nivel, e subi, vi coisas nunca antes vistas por mim e das quais sinto a falta, pois a visita será pois entao, de curta duração,a não ser que a transição entre mundo se faça de forma mais regular o que nem sempre é possivel.
Os receios voltaram, o meu medo absorveu-se em mim e deixou o meu outro mar, voltar a deixar o meu barco a deriva, sem velas para erguer, nem vento para soprar nas mesmas. Agora não sei o que fazer, apenas aguardo as marés favoraveis que me devolvem ao meu mundo submerso, ao meu porto, ao meu eu....
Desci de nivel, e subi, vi coisas nunca antes vistas por mim e das quais sinto a falta, pois a visita será pois entao, de curta duração,a não ser que a transição entre mundo se faça de forma mais regular o que nem sempre é possivel.
Os receios voltaram, o meu medo absorveu-se em mim e deixou o meu outro mar, voltar a deixar o meu barco a deriva, sem velas para erguer, nem vento para soprar nas mesmas. Agora não sei o que fazer, apenas aguardo as marés favoraveis que me devolvem ao meu mundo submerso, ao meu porto, ao meu eu....
quarta-feira, 24 de março de 2010
Confusão
Se há palavra que me assombra, é confusão! Do comigo numa fase da vida em que após uma licenciatura, trabalhar aqui e a li, ter experiências daquilo e do outro, ter realizado uma experiência na area militar, do comigo a sentir que sei tão pouco e que pior, não me encaixo em nada.
Pedem-me para fazer algo eu faço, tenho a noção que me encaixo em várias areas e me dou a varios assuntos, mas a ansiedade assombra-me, a insegurança quebra-me e não consigo seguir um rumo. Tomo mas decisões, decisões precipitadas e esbato-me contra becos sem saida. Talvez esteja a passar por uma das piores fazes da minha vida,ou por mais uma entre tantas e estou perdido.
Queria explicar a alguém o que realmente me atormenta, mas acho que nem isso consigo fazer, pois é tão estranho que a explicação nem faz sentido, apenas uma confusão brutal na minha cabeça....
Pedem-me para fazer algo eu faço, tenho a noção que me encaixo em várias areas e me dou a varios assuntos, mas a ansiedade assombra-me, a insegurança quebra-me e não consigo seguir um rumo. Tomo mas decisões, decisões precipitadas e esbato-me contra becos sem saida. Talvez esteja a passar por uma das piores fazes da minha vida,ou por mais uma entre tantas e estou perdido.
Queria explicar a alguém o que realmente me atormenta, mas acho que nem isso consigo fazer, pois é tão estranho que a explicação nem faz sentido, apenas uma confusão brutal na minha cabeça....
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Por debaixo de toda aquela tinta
Peguei no batom de tinta e pintei a minha cara, combinei cores com as que trazia no corpo. Afinal era apenas mais um dia em que não era eu, em que os ideiais por mim adquiridos se afundavam na chuva intensa e no frio do inverno rigoroso, na procura de um sentido existêncial.
Deixei de pintar a cara, mas continuei camuflado por fora e cada vez mais por dentro, acreditei que um dia seria visto, mas tudo não passava de meras ilusões. Acabei numa ilha, rodeado de agua, sem saida possivel no verdadeiro sentido da coisa, pois nem mesmo deixando dias de pelo molhado e formações orientadas para o desenvolvimento da atitude, gozando do que muitos chamam agora, de boa vida,as coisas fazem a lógica na minha maneira de ser.
Chegou assim, a altura em que a barragem das lagrimas secou, e se cultivaram os terrenos vazios e afundados por momentos no espirito, a assinatura no tempo foi reposta tal qual tinha sido apagada á 6 meses atrás. Assim, tudo hoje e agora é mais uma razão para sorrir.
Deixei de pintar a cara, mas continuei camuflado por fora e cada vez mais por dentro, acreditei que um dia seria visto, mas tudo não passava de meras ilusões. Acabei numa ilha, rodeado de agua, sem saida possivel no verdadeiro sentido da coisa, pois nem mesmo deixando dias de pelo molhado e formações orientadas para o desenvolvimento da atitude, gozando do que muitos chamam agora, de boa vida,as coisas fazem a lógica na minha maneira de ser.
Chegou assim, a altura em que a barragem das lagrimas secou, e se cultivaram os terrenos vazios e afundados por momentos no espirito, a assinatura no tempo foi reposta tal qual tinha sido apagada á 6 meses atrás. Assim, tudo hoje e agora é mais uma razão para sorrir.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Inicio de uma viagem
A ideia de criar um blog já vem de algum tempo, pois não faz sentido que as palavras sejam meros segundos de ideiais afirmados perante algo ou perante alguem. A lógica certa, é que estes se demarquem e se projectem para que os que nos rodeiam, quer sejam conhecidos ou desconhecidos, quer revelem uma noção de posição, num ranking baixo ou alto, de qualidade ou nem por isso, mas que nos situe.
Não sou dotado do portugues mais correcto, nem fundamentado pelas mais complexas fundamentações literarias, e nem sou nem serei nunca um supra-sumo do conhecimento, a vida é uma aprendizagem continua, mas nunca mais quero ficar no esquecimento, mal ou bem tambem decido.
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